Estigma

•11 de abril de 2011 • Deixe um comentário

Eu registro.

Eu existo.

Esqueça as câmeras, esqueça a foto, esqueça o filme.

Meu corpo marca, meu corpo reporta, meu corpo importa.

São nas cicatrizes, nas rugas e nas manchas que eu existo.

Eu existo.

Eu registro.

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Matemática vital

•29 de agosto de 2010 • Deixe um comentário

Um

Um + um: Dois

Dois + um: três

Volta pro dois

Dois – um: só

Paixão asmática

•25 de julho de 2010 • Deixe um comentário

Inspira…         expira…        respira…     expira…     inspira…    respira…

Respira.. Respira.. Respira.. Respira..

Expira. Inspira. Expira. Inspira.

Respira. Respira.

Inspiraexpirainspira

Tenta
respirar

lugar comum: o cliché

•25 de julho de 2010 • Deixe um comentário

Acredito que tudo que é cliché pode ser considerado verdade universal e inconsciente. Por isso, frases como “todos usamos máscaras”, “o amor é cego”, ” a vida é assim mesmo” soam incômodas aos ouvidos. Sabemos que são verdades porque já as escutamos tanto que nossos tímpanos não aguentam mais.

Agora, o amor! Assunto cliché presente em 85% das conversas de bar. Uma busca incessante por esse sentimento que com comprovadamente existe por aí em algum lugar dentro de você e num outro alguém. É a base também dos assuntos no cafezinho do escritório e das principais fofocas que ouvimos por aí. Os burburinhos são sempre sobre quem está com quem fazendo o que.

Esse blog nada mais é uma tentativa anônima de descrever essas relações e suas alegrias e frustrações. Esse texto introdutório era para justificar a criação desse espaço, mas acabou se tornando um cliché dele mesmo.

Só existe mesmo a inquietação de quem escreve, romântica de segunda geração, crente na metáfora da mensagem na garrafa, mas obviamente adaptada para internet: onde o mar é a rede e a garrafa é o endereço desse blog.